01.01. Nobox - Projetos / 2025 / Fechados / 01.25.008 - Tagima - Tagima Dream Team 2025.caio/galeria-tagima-tdt/. Quatro são do Espaço Tagima e pertencem ao case irmão. Duas servem a este case: a ativação Jam Sessions, com a Kombi e banda ao vivo, no foyer, e o show na pista da área B2C, com a house mix em primeiro plano. Uma das quatro do espaço registra a palestra do Mercado Livre com a feira ao fundo, e pode servir de contexto.VERSÃO FINAL.mp4 de 1,3 GB e a casa executou cobertura, drone e aftermovie: falta localizar o acervo fotográfico e o direito de uso. O Prêmio Caio aceita até 30 fotos por capítulo.| id | Categoria | Tese específica | |
|---|---|---|---|
| 15246 | Operação e Produção de Eventos | Régua técnica única para toda a cadeia de fornecedores, própria e de terceiros: Caderno Técnico Executivo completo, matriz RACI e tempos e movimentos nominais por sala e por horário, com mais de 40 profissionais da casa em campo e o evento inteiro resolvido em 7 a 8 dias entre montagem, operação e desmontagem | ★ escrita abaixo |
| 15229 | Cenografia | Estande-padrão em cinco modelos (40, 60, 90, 120 e 130 m²) desenhado para ser base autoral do expositor, mais a identidade dos 20 anos aplicada como sistema construtivo no credenciamento, no corredor linha do tempo, no Espaço Tagima, no Tagima Café com neon LED e nos palcos | |
| 15236 | Infraestrutura Técnica para Eventos | Distribuição elétrica do evento inteiro projetada, calculada e assinada pelo time da Nobox Group (AV2PLAY) dentro de salão de hotel, 10 estruturas aéreas com 3.344 kg calculados, a maior delas com 2.409 kg em 14 pontos, piso verificado para 800 kg/m², 3 ARTs, atestado de estabilidade e atestado de ignifugação |
A Nobox Group (AV2PLAY) foi responsável pela produção técnica de fornecedores e por toda a infraestrutura cenográfica, audiovisual e elétrica do TDT Music & Expo 2025, a 20ª edição da feira de instrumentos musicais, áudio profissional e acessórios promovida pela Tagima, realizada no Royal Palm Hall, em Campinas, entre 27 e 30 de agosto de 2025.
A edição marcou os 20 anos da marca e foi a primeira aberta ao público final: três dias de programação profissional e um dia de público geral. Reuniu 8.500 participantes, mais de 80 marcas expositoras e mais de 30 artistas, entre eles Oficina G3, Black Pantera, Michael Pipoquinha, Nelson Faria e Rafael Bittencourt.
O escopo contratado teve quatro frentes: oito meses de estratégia e pré-produção; produção técnica in loco com equipe dedicada; atendimento ao expositor por seis meses, com manual do expositor, aprovação de projetos e Help Desk próprio; e a criação da identidade dos 20 anos, a cenografia, o audiovisual, a distribuição elétrica e a logística de todas as áreas.
A operação ocupou as salas monumentais e os dois foyers do Royal Palm Hall. Nelas ficaram o Espaço Tagima, área da marca promotora, por onde se dava a entrada do evento, por um corredor imersivo com a história dos 20 anos; a feira, com 29 estandes somando mais de 1.500 m²; a área B2C, com o palco que recebeu bandas como Oficina G3 e Black Pantera; o palco fábrica; os workshops Tagima e Nagano; as jam sessions com o Palco Kombi; o credenciamento; o estúdio de podcast; e o Tagima Café. Foram cinco palcos com programação simultânea nos quatro dias, e o evento inteiro, entre montagem, operação e desmontagem, coube em sete a oito dias.
Em números de obra: 28 ordens de serviço de estande emitidas, em modelos de 30 a 130 m²; 10 estruturas aéreas calculadas, com 3.344 kg suspensos com margem de segurança; três ARTs assinadas, atestado de estabilidade estrutural e atestado de ignifugação. O projeto, os cálculos, a distribuição elétrica e as ARTs são do time da Nobox Group.
A condução se apoiou em um Caderno Técnico Executivo completo, de 129 páginas com 30 anexos, mais de 40 ordens de serviço e 15 versões de planta baixa. Em campo, mais de 40 profissionais da Nobox Group, com logística fechada de 25 a 31 de agosto. A edição movimentou cerca de R$ 1,5 milhão pela casa, somando o contrato com o promotor e o atendimento contratado pelas marcas expositoras.
O TDT Music & Expo 2025 é um evento da Tagima. O que chegou à Nobox Group (AV2PLAY) foi a produção técnica de fornecedores e a infraestrutura cenográfica, audiovisual e elétrica de todas as áreas: as salas monumentais e os dois foyers do Royal Palm Hall, em Campinas, funcionando ao mesmo tempo e sob um só cronograma, na 20ª edição da feira de instrumentos musicais, áudio profissional e acessórios promovida pela marca. Foram os 20 anos do evento, a primeira edição aberta ao público final, com 8.500 participantes entre 27 e 30 de agosto de 2025.
A primeira frente de dificuldade é a cadeia de execução. Um evento desse porte não é montado por uma equipe, e sim por dezenas de fornecedores com disciplinas, contratos e ritmos diferentes: cenografia, som, luz, vídeo, energia, estrutura aérea, mobiliário, limpeza, brigada, controle de acesso, carregadores e as montadoras que os próprios expositores contratam. Nenhum deles responde pelo vizinho, e todos dividem o mesmo corredor, a mesma base de energia e a mesma doca. Coordenar essa cadeia é o serviço contratado, e ele começa oito meses antes da abertura.
A segunda é a simultaneidade da programação. Foram cinco palcos ao mesmo tempo durante quatro dias, com mais de 30 artistas: o palco B2C, que recebeu shows de bandas como Oficina G3 e Black Pantera, o palco fábrica, os workshops Tagima e Nagano e as jam sessions dos foyers, além do palco da área da marca promotora. Uma única manhã concentrou a passagem de som de sete bandas em quatro horas. Cada palco tem equipe, fornecedor e demanda técnica próprios, e nenhum pode tomar recurso do outro no mesmo minuto.
A terceira é o relógio. Entre montagem, operação e desmontagem, o evento inteiro coube em sete a oito dias. A montagem ia das 20h de 25 de agosto às 7h de 27, e o prazo real era ainda menor, porque o cronograma previa liberar os estandes para o expositor personalizar já a partir das 14h do dia 26. Depois daquela hora, o corredor da feira deixa de ser canteiro próprio e passa a ser canteiro de terceiros. Havia ainda a virada de madrugada: a sala que operou a festa na noite do dia 29 precisava amanhecer no dia 30 como palco do dia aberto ao público, sem nenhuma janela ociosa entre uma configuração e a seguinte.
A quarta é a natureza dupla do expositor. Parte das marcas recebeu o estande pronto e contratou a personalização com a própria Nobox Group. Outra parte chegou com montadora própria, com projeto, estrutura e demanda de energia definidos fora da nossa mesa. Os dois grupos construíam no mesmo dia e no mesmo corredor, e a produção técnica precisava saber, antes da montagem começar, o que cada obra de terceiro exigiria da base comum. Analisar e aprovar projeto alheio é assumir responsabilidade técnica sobre obra que não se executa.
A quinta é comercial e operacional ao mesmo tempo. Enquanto respondia pela produção técnica de fornecedores, a Nobox Group era também fornecedora contratada por 22 marcas expositoras, várias delas concorrentes entre si, cada uma com contrato, briefing e interlocutor próprios. As duas posições precisavam conviver sem que a segunda contaminasse a isenção técnica da primeira, justamente porque era a mesma casa que analisava o projeto de todos.
A sexta é o fluxo de público. A entrada era feita exclusivamente pelo Espaço Tagima, por um corredor imersivo com a história dos 20 anos, e foi por ali que passaram os 8.500 participantes. Três dias de lógica profissional e um dia de lógica de show pedem dimensionamentos distintos de controle de acesso, brigada, limpeza e sonorização, e os dois precisavam caber na mesma porta, que também era área de negociação da marca promotora.
A resposta da Nobox Group (AV2PLAY) não foi aumentar a equipe de campo. Foi transformar o evento em um sistema documentado antes de virar obra, para que a decisão em campo fosse consulta a um documento e não improviso. O escopo contratado sustenta essa escolha: oito meses de estratégia e pré-produção, produção técnica in loco com equipe dedicada, atendimento ao expositor por seis meses e a criação da identidade dos 20 anos, da cenografia, do audiovisual, da distribuição elétrica e da logística de todas as áreas.
O instrumento central é o Caderno Técnico Executivo completo, um volume de 129 páginas com 30 anexos, declarado material vivo e atualizado do planejamento ao encerramento. Ele funciona como endereço único do projeto: quem executa, quem aprova e quem fiscaliza qualquer frente consulta ali a versão válida da planta, do projeto de estande, do roteiro de palco e da ordem de serviço da própria equipe. Com dezenas de fornecedores disputando as mesmas horas e o mesmo acesso de carga, é esse endereço único que impede que cada um trabalhe sobre a própria versão da verdade.
A segunda decisão foi dar ao projeto governança formal, com nomes. Foram definidas cinco camadas de responsabilidade, da direção geral à gestão de infraestrutura, um comitê de projeto com marcos fixos e uma matriz RACI que diz, por área, quem executa, quem aprova, quem é consultado e quem é informado. A gestão adotou método híbrido: PMBOK para governança, orçamento e risco, e cadência ágil nas equipes técnicas, com kanban digital, checklists por área e reuniões diárias curtas na montagem e na operação. Fornecedor sem interlocutor definido é atraso garantido, e essa matriz existe para que ninguém precise descobrir em campo a quem perguntar.
A terceira decisão foi converter a simultaneidade em cronograma nominal. Os tempos e movimentos macro registram cada tarefa por sala, por horário de início e fim e por responsável identificado, incluindo a hora em que cada estande é liberado para o expositor personalizar e a hora em que sai para desmontagem. É esse documento que separa, no dia 26, a obra da casa da obra de terceiros, e que no dia 30 ordena a saída da feira inteira sem formar fila na doca.
A quarta decisão foi transformar o atendimento ao expositor em régua técnica, com seis meses de duração e não como suporte informal. Entraram no escopo a redação do manual do expositor, a análise e a aprovação dos projetos, a reunião geral de apresentação e um Help Desk com telefone e e-mail para dúvidas e recebimento de documentação. É essa frente que recolhe ART, RRT, dados de montadora e memória de cálculo das marcas que trouxeram equipe própria. Nenhum estande de terceiro subia sem projeto e documentação aprovados, o que fecha a conta técnica do evento antes da montagem começar.
A quinta decisão foi padronizar o estande da feira. Em vez de projetar caso a caso, a casa desenhou plantas técnicas para os portes de 40, 60, 90, 120 e 130 m² e entregou cada unidade com carpete, balcão adesivado, mobiliário e parede de fundo em lona impressa, com 28 ordens de serviço de estande emitidas. O expositor recebe uma base pronta e igual à do vizinho, e a personalização acontece sobre ela. Isso reduz o número de decisões construtivas dentro da janela de montagem, que é o recurso mais escasso do projeto.
A sexta decisão foi dimensionar a equipe pelo cronograma, e não pela intuição. Foram mais de 40 profissionais da Nobox Group em campo, com logística fechada de 25 a 31 de agosto, alocados por frente e por horário no mesmo documento que rege os fornecedores. Cada disciplina técnica entrou com reserva desenhada desde o projeto, e o evento manteve almoxarifado próprio, com responsável designado, para que reposição fosse tarefa interna e não corrida externa em plena operação.
A sétima decisão foi tratar o percurso do visitante como projeto, e não como consequência da planta. A entrada do evento inteiro foi conduzida por um corredor imersivo com a história dos 20 anos, que desembocava dentro do Espaço Tagima. A identidade visual dos 20 anos, criada pela Nobox Group, é o que costura esse caminho: ela desce do corredor de entrada para os estandes-padrão, os backdrops, o credenciamento, o Tagima Café e o que é exibido nos painéis, para que áreas com finalidades diferentes fossem lidas como um evento só.
A operação foi entregue integralmente pela Nobox Group (AV2PLAY). As salas monumentais e os dois foyers entraram em funcionamento na abertura, em 27 de agosto, sustentaram programação simultânea em cinco palcos até o encerramento, em 30 de agosto, e a desmontagem correu na janela prevista, com vistoria geral registrada em 31 de agosto. A liberação dos estandes aos expositores aconteceu na hora marcada pelo cronograma, ainda dentro do dia 26.
O primeiro indicador é o público. A edição reuniu 8.500 participantes e foi a primeira da história do TDT aberta ao público final. Todos entraram pelo mesmo ponto, o corredor imersivo dos 20 anos, e foi de lá que enxergaram o evento pela primeira vez. A abertura ao público, que era o movimento estratégico da edição de 20 anos, aconteceu sobre a infraestrutura montada e operada pela Nobox Group.
O segundo indicador é o resultado comercial da feira, e o recorte precisa ficar explícito: trata-se do resultado dos expositores, não de receita da Nobox Group. Mais de 1.200 lojistas foram atendidos na edição e o conjunto dos expositores comercializou mais de R$ 500 milhões. A produção técnica não vende instrumento, mas é ela que determina se o lojista encontra a marca, se o estande está de pé no horário e se a negociação acontece com o produto exposto ao lado.
O terceiro indicador é o tamanho da operação que passou por essa coordenação. A edição movimentou cerca de R$ 1,5 milhão pela casa, somando o contrato com o promotor e o atendimento contratado pelas marcas expositoras. A fatura principal, de R$ 820.000,00, foi emitida em março, oito meses antes do evento, sobre as propostas de produção, criação, cenografia e audiovisual.
O quarto indicador é o comportamento do contrato durante o próprio projeto. Em 5 de agosto, três semanas antes da montagem, o cliente assinou um segundo adendo e recebeu nova fatura, de R$ 126.000,00, para itens extras. Depois do evento, ainda contratou um terceiro bloco de adicionais, com proposta e relatório próprios. Ampliar escopo três vezes, sendo uma delas já com a operação encerrada, é decisão que só se toma quando a entrega está sob controle.
O quinto indicador é a segunda demanda gerada dentro do próprio evento. Além do contrato com o promotor, 22 marcas expositoras contrataram a Nobox Group por conta própria para personalizar seus estandes, em 24 faturas que somam R$ 409.982,00. São 22 decisões de compra independentes, tomadas por 22 empresas diferentes, várias delas concorrentes entre si, dentro da mesma feira cuja base técnica a casa entregava.
O sexto indicador é a permanência da relação. A edição anterior do TDT, realizada em agosto de 2024 no Tauá Atibaia, também teve a produção técnica e a infraestrutura da Nobox Group: são duas edições consecutivas do mesmo evento, em locais diferentes, com a mesma casa respondendo pela parte técnica.
O sétimo indicador está fora do contrato e fora do evento. A ideia de levar o TDT para Campinas partiu da Nobox Group, e a Prefeitura de Campinas abraçou o evento a ponto de criar a Semana da Música de Campinas, com a semana do TDT como marco de uma programação cultural e musical na cidade, e segue abraçando a edição de 2026. A promoção e a contratação do evento seguem com a própria Tagima; a sugestão da cidade e a base técnica que a viabilizou são da Nobox Group.
O oitavo indicador é a rastreabilidade, que é o que permite auditar tudo isso depois. O projeto deixou Caderno Técnico Executivo completo, de 129 páginas com 30 anexos, 15 versões de planta baixa, mais de 40 ordens de serviço, memoriais de cálculo, tempos e movimentos macro por sala e por horário, contrato com dois adendos, faturas, relatório de encerramento e planilha de fechamento com o valor de cada bloco.
| Papel da Nobox Group (AV2PLAY) | Produção técnica de fornecedores e toda a infraestrutura cenográfica, audiovisual e elétrica: inteligência de planta, elétrica, TI e montagem, oito meses de pré-produção, produção técnica in loco, atendimento ao expositor, criação da identidade dos 20 anos e logística de todas as áreas áudio do Guilherme, 04/09 às 22:57, formulação dele |
|---|---|
| Edição | 20ª edição, 20 anos do TDT, e a primeira aberta ao público final Caderno Técnico item 1.1; guitarload.com.br |
| Datas | Operação de 27 a 30/08/2025 · montagem das 20h de 25/08 às 7h de 27/08 · desmontagem das 20h de 30/08 às 7h de 31/08 · vistoria geral em 31/08 Caderno Técnico Executivo, capa e tempos e movimentos macro |
| Local | Royal Palm Hall, Campinas/SP · salas monumentais e os 2 foyers. Numeração de sala suspensa até confirmação Caderno Técnico; tempos e movimentos macro; alerta de planta de 04/09 22:57 |
| Contratante | Marutecmusic Indústria, Comércio, Importação e Exportação Ltda (grupo Tagima e Nagano), CNPJ 72.891.062/0003-03 faturas 0125008 e 0125008-01, contrato e adendo II |
| Palcos operados | 5 palcos simultâneos: Fábrica, Arena, Workshop Tagima, Workshop Nagano e Kombi, mais palco 360º do Espaço Tagima e palco da festa de 8,00 × 3,00 m programação artística oficial e proposta de cenografia e AV |
| Financeiro da edição | Cerca de R$ 1,5 milhão movimentados pela casa na edição, somando o contrato com o promotor e o atendimento contratado pelas marcas expositoras áudio do Guilherme, 04/09 às 22:57. O número dele vale acima da soma dos arquivos |
| Duração total | 7 a 8 dias entre montagem, operação e desmontagem · montagem das 20h de 25/08 às 7h de 27/08 · desmontagem das 20h de 30/08 às 7h de 31/08 áudio do Guilherme, 04/09 às 22:57; tempos e movimentos macro |
| Palco B2C | Grande palco de shows para o público final, com bandas como Oficina G3 e Black Pantera, além do palco fábrica e das ativações do evento áudio do Guilherme, 04/09 às 22:57 |
| Faturado ao promotor | R$ 946.000,00: R$ 820.000,00 na fatura 0125008 (6 parcelas) e R$ 126.000,00 na fatura de extras 0125008-01 as duas faturas, conferidas contra a planilha de fechamento |
| Extras pós-evento | R$ 71.300,00 contratados depois do evento, com proposta e relatório próprios planilha de fechamento; Proposta Adicionais Pós Evento |
| Faturado aos expositores | R$ 409.982,00 em 24 faturas para 22 marcas, série 0625034 a 0625059 24 faturas conferidas uma a uma |
| Total no mesmo evento | R$ 1.355.982,00 soma dos dois blocos |
| Resultado do projeto | ROB R$ 974.506,00 · ROL R$ 367.953,94, equivalente a 37,8% · 755 linhas de item orçadas memória de cálculo unificada do evento |
| Entrega acima do contratado | R$ 169.517,00 em cortesias, upgrades e desconto, incluindo 4 backdrops trocados por painel de LED, aftermovie, cobertura e drone relatório de encerramento |
| Feira de expositores | 29 estandes e mais de 1.500 m² · 28 ordens de serviço de estande emitidas, em modelos de 30 a 130 m² controle operacional, áudio do Guilherme e 28 ordens de serviço |
| Modelos de estande projetados | Plantas técnicas de 40, 60, 90, 120 e 130 m² pasta de plantas técnicas, modelos de estande |
| Elétrica | Projeto, cálculos, distribuição e ARTs pelo time da Nobox Group (AV2PLAY), com gerador dedicado para a área da feira. Sem números por orientação do Guilherme memorial de cálculo elétrico assinado |
| Estrutura aérea | 10 estruturas calculadas, 3.344 kg suspensos com margem de 20% · a maior, o LED em arena, com 2.409 kg em 14 pontos memorial de cálculo aéreo |
| Documentação de engenharia | 3 ARTs assinadas, atestado de estabilidade estrutural (2 revisões), atestado de ignifugação, memorial de solo para 800 kg/m² pasta de documentação do projeto |
| Instrumento de gestão | Caderno Técnico Executivo de 129 páginas com 30 anexos, matriz RACI, comitê de projeto e método PMBOK com cadência ágil Caderno Técnico Executivo |
| Documentos de obra | Mais de 40 ordens de serviço e 15 versões de planta baixa pasta OS Geral e pasta de plantas |
| Equipe em campo | Mais de 40 profissionais da Nobox Group (AV2PLAY), com logística fechada de 25 a 31/08 áudio do Guilherme, 04/09 às 22:57, que corrige os 22 do plano de logística |
| Porte do evento | 8.500 participantes · mais de 80 marcas expositoras · mais de 30 artistas · primeira edição aberta ao público final · 20 anos da marca áudio do Guilherme, 04/09 · guitarload.com.br |
| Resultado comercial da edição | Mais de 1.200 lojistas atendidos e mais de R$ 500 milhões comercializados pelos expositores. Resultado deles, não receita nossa áudio do Guilherme, 04/09 |
| Entrada do evento | Exclusivamente pelo Espaço Tagima, por corredor imersivo com a história dos 20 anos áudio do Guilherme, 04/09 |
| Efeito na cidade | A ideia de levar o TDT para Campinas partiu da Nobox Group (AV2PLAY), a Prefeitura criou a Semana da Música de Campinas e abraçou o evento inclusive para 2026 áudio do Guilherme, 04/09 e 04/09 às 22:57 |
| Edição anterior | TDT 2024 no Tauá Atibaia, com produção técnica e infraestrutura da Nobox Group (AV2PLAY) projeto 06.24.088 e histórico arquivado dentro do projeto de 2025 |
| O que falta |
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