Prêmio Caio 2026 · TDT Music & Expo 2025 · 3 inscrições

Produção Técnica e Infraestrutura do TDT Music & Expo 2025

Segmento Serviços · 3 categorias inscritas · Concorrente Nobox Group (AV2PLAY)
🚨 CORREÇÃO APLICADA em 04/09 às 22:57, áudio do Guilherme. Sobrepõe qualquer instrução anterior sobre o TDT.

O que estava errado. Os textos atribuíam à casa a responsabilidade pelo evento como um todo e a chamavam de produtora dele. Fica vetada qualquer formulação nesse sentido, seja pela produção do conjunto, seja pela promoção ou pela realização. O Guilherme repetiu a proibição duas vezes no áudio.

A fórmula correta, palavras dele: “a Nobox Group (AV2PLAY) foi responsável pela produção técnica de fornecedores e por toda a infraestrutura cenográfica, audiovisual e elétrica do TDT Music & Expo 2025”. É essa a frase que abre a ficha e os três textos.

O que pode ser descrito como escopo: inteligência de planta, elétrica, TI e montagem · oito meses de estratégia e pré-produção · produção técnica in loco com equipe dedicada · atendimento ao expositor, manual do expositor, aprovação de projetos e Help Desk · criação da identidade visual dos 20 anos · cenografia, audiovisual, distribuição elétrica e logística de todas as áreas · Caderno Técnico Executivo completo.

Números corrigidos ou liberados: mais de 40 profissionais da casa em campo, no lugar dos 22 do plano de logística (atenção: as 22 marcas expositoras que nos contrataram por conta própria continuam 22, é outro número) · cerca de R$ 1,5 milhão de financeiro na edição, e o número dele vale acima da soma dos arquivos · 8.500 participantes · 15 versões de planta baixa · 7 a 8 dias entre montagem, operação e desmontagem · 20 anos da marca · diversas marcas expositoras.

Fatos novos que entraram: a Prefeitura de Campinas abraçou o evento, inclusive para a edição de 2026 · o palco B2C recebeu bandas como Oficina G3 e Black Pantera, além do palco fábrica e das ativações.

O que ficou de fora de propósito: os “mais de 238 de áreas de staff” e as “mais de 40 horas de serviço”. Nos dois casos a unidade não ficou clara no áudio, e número sem unidade não se defende diante de banca. Saíram também as 238 diárias que estavam nesta ficha por derivação desse trecho.
⚠️ Divergência de planta: nenhum texto numera sala até alguém confirmar.

No áudio de 04/09 às 22:57 o Guilherme disse que as Monumentais 1 e 2 receberam o Espaço Tagima, e que as demais salas e os dois foyers receberam exposição, palco B2C, palco fábrica e ativações. O material anterior registrava os estandes de expositores nas Monumentais 3 e 4 e a área B2C nas 5, 6 e 7. São versões incompatíveis da mesma planta, e os três textos irmãos chegaram a citar numerações diferentes entre si.

Decisão: enquanto ninguém confirma, nenhum texto numera sala. A formulação adotada nos cinco arquivos é “as salas monumentais e os dois foyers”, que descreve a operação sem afirmar coisa errada. As áreas continuam nomeadas, só não são atribuídas a um número de sala.

Para resolver: basta alguém que viu a planta final dizer qual versão vale. Aí a numeração volta aos textos em uma edição de dois minutos.
✅ Aplicado: o Guilherme mandou usar os áudios do Espaço Tagima também neste case (04/09, 21:57).

“Além disso, os áudios do espaço Tagima, use também para melhorar o texto do TDT Music & Expo 2025.”

O que entrou aqui, porque é do evento: público de 8.500 participantes, que substitui a expectativa divulgada de 5.000 e encerra o [CONFIRMAR] de público · mais de 1.200 lojistas atendidos e mais de R$ 500 milhões comercializados pelos expositores, com o recorte escrito no texto de que é resultado deles e não receita nossa · a escala real da feira, 29 estandes e mais de 1.500 m², com a área B2C, o palco fábrica, os workshops, as jam sessions, o credenciamento, o estúdio de podcast e o Tagima Café distribuídos pelas demais salas monumentais e pelos dois foyers · o papel acumulado, com oito meses de estratégia e pré-produção, identidade visual dos 20 anos, manual do expositor, aprovação dos projetos de terceiros, cenografia, audiovisual e infraestrutura de todas as áreas · a posição de instância técnica que aprova projeto de terceiro, no caso dos expositores com montadora própria · a entrada exclusivamente pelo Espaço Tagima, por corredor imersivo dos 20 anos, que é o que amarra os dois cases · e a Semana da Música de Campinas, criada pela Prefeitura a partir de proposta da Nobox Group (AV2PLAY).

O que ficou de fora de propósito: os números que são da área da marca e pertencem ao case do Espaço Tagima. As 50 mesas e 150 cadeiras, os mais de 500 instrumentos e o cubo de LED de quatro faces não foram republicados aqui. O painel em arena aparece uma única vez, como a maior carga aérea do evento, que é fato de engenharia da operação inteira.

Divisão de assunto adotada: número de evento fica no TDT, número de área de marca fica no Tagima.
✅ RESOLVIDO: a documentação do evento existe, e é grande.

O alerta anterior dizia que não havia documentação do evento. Isso veio de a pesquisa ter olhado só as 22 pastas de estande de expositor. O projeto do evento está no Drive "01. Nobox", em 01.01. Nobox - Projetos / 2025 / Fechados / 01.25.008 - Tagima - Tagima Dream Team 2025.

O que apareceu: Caderno Técnico Executivo de 129 páginas com 30 anexos, contrato com dois adendos, duas faturas, mais de 40 ordens de serviço, 15 versões de planta baixa (v09 a v23), memoriais de cálculo elétrico, aéreo e de solo, 3 ARTs assinadas, atestado de estabilidade estrutural, atestado de ignifugação, tempos e movimentos macro por sala e por horário, planilha de fechamento e relatório de encerramento.
✅ SUBSTITUÍDO: o termo que este alerta liberava está vetado desde 04/09, 22:57.

Este alerta dizia que o objeto do contrato autorizava descrever a casa como responsável pelo evento como um todo. O áudio das 22:57 derrubou isso, e a instrução do Guilherme vale acima do texto do contrato para efeito de inscrição.

O que continua de pé, e é bastante: a proposta de produção v.03 fecha em R$ 90.000, valor confirmado na planilha de fechamento; a proposta de cenografia e AV vende os próprios estandes-padrão da feira (2 de 130 m², 2 de 90 m², 5 de 60 m², 17 de 40 m²); e os tempos e movimentos registram, estande a estande, “Liberação para personalização do Parceiro”. Ou seja, a casa construiu a base e entregou para o expositor customizar.

Termo autorizado, único: produção técnica de fornecedores e infraestrutura cenográfica, audiovisual e elétrica. Continua vetado qualquer termo que nos chame de montadora do evento.
⚠️ Fotografia: já existem 6 imagens, mas só 2 são de área de evento.

O Guilherme mandou 6 fotos do evento montado em 04/09, guardadas em caio/galeria-tagima-tdt/. Quatro são do Espaço Tagima e pertencem ao case irmão. Duas servem a este case: a ativação Jam Sessions, com a Kombi e banda ao vivo, no foyer, e o show na pista da área B2C, com a house mix em primeiro plano. Uma das quatro do espaço registra a palestra do Mercado Livre com a feira ao fundo, e pode servir de contexto.

O que ainda falta: imagem do corredor de entrada dos 20 anos, da feira com os estandes e do credenciamento, que são justamente o que este case argumenta. Existe VERSÃO FINAL.mp4 de 1,3 GB e a casa executou cobertura, drone e aftermovie: falta localizar o acervo fotográfico e o direito de uso. O Prêmio Caio aceita até 30 fotos por capítulo.
⚠️ Dois cuidados de redação que permanecem.

1. Não misturar 2024 com 2025. Em 2024 o TDT foi no Tauá Atibaia; em 2025, no Royal Palm Hall, em Campinas. A edição de 2024 só entra como prova de recorrência, nunca como escopo de 2025.

2. O relatório de encerramento é post-mortem interno. Ele lista itens não entregues, entregas não satisfatórias e ocorrências de terceiros. Nada disso pode aparecer no texto de premiação. Do mesmo relatório, o que se usa é o outro lado: os R$ 169.517 em cortesias, upgrades e desconto, que é entrega acima do contratado.

3. Fora da inscrição por orientação do Guilherme: números de energia, descrição detalhada da instalação elétrica e citação de desenho executivo com data. Fica só a frase de que projeto, cálculos, distribuição e ARTs são do time da casa, sem números.

4. Como nos chamamos: sempre Nobox Group (AV2PLAY), nunca a marca sozinha e nunca “por meio da”. Instrução do Rodrigo Chaves em 04/09, às 22:00.
A prova documental agora é dupla.

Existem dois blocos independentes de papel para o mesmo evento. O do promotor: contrato, 2 adendos e 2 faturas somando R$ 946.000,00 contra a Marutecmusic (grupo Tagima), com a planilha de fechamento batendo o mesmo valor por outro caminho. E o dos expositores: 22 pastas de projeto, 541 arquivos e 24 faturas somando R$ 409.982,00 em série contínua. Total de R$ 1.355.982,00 no mesmo evento.

Atualizado em 04/09, 22:57: o Guilherme autorizou publicar cerca de R$ 1,5 milhão como o financeiro da edição, e disse que esse número vale acima da somatória dos arquivos. Ele agora aparece na ficha e no texto de Operação e Produção. Os R$ 1.355.982,00 documentados seguem como conciliação interna, não como limite do que se pode dizer.

Inscrições e a tese de cada uma

idCategoriaTese específica
15246Operação e Produção de EventosRégua técnica única para toda a cadeia de fornecedores, própria e de terceiros: Caderno Técnico Executivo completo, matriz RACI e tempos e movimentos nominais por sala e por horário, com mais de 40 profissionais da casa em campo e o evento inteiro resolvido em 7 a 8 dias entre montagem, operação e desmontagem★ escrita abaixo
15229CenografiaEstande-padrão em cinco modelos (40, 60, 90, 120 e 130 m²) desenhado para ser base autoral do expositor, mais a identidade dos 20 anos aplicada como sistema construtivo no credenciamento, no corredor linha do tempo, no Espaço Tagima, no Tagima Café com neon LED e nos palcos
15236Infraestrutura Técnica para EventosDistribuição elétrica do evento inteiro projetada, calculada e assinada pelo time da Nobox Group (AV2PLAY) dentro de salão de hotel, 10 estruturas aéreas com 3.344 kg calculados, a maior delas com 2.409 kg em 14 pontos, piso verificado para 800 kg/m², 3 ARTs, atestado de estabilidade e atestado de ignifugação
O mesmo evento, três textos diferentes. O fato histórico não muda; o que muda é o que cada categoria premia. Abaixo está escrita a de Operação e Produção de Eventos, que é a mais forte deste case. As outras duas seguem o mesmo lastro factual com o eixo trocado.

Apresentação, ficha técnica

Ficha técnica

2.397 caracteres · alvo 1.000 a 2.500

A Nobox Group (AV2PLAY) foi responsável pela produção técnica de fornecedores e por toda a infraestrutura cenográfica, audiovisual e elétrica do TDT Music & Expo 2025, a 20ª edição da feira de instrumentos musicais, áudio profissional e acessórios promovida pela Tagima, realizada no Royal Palm Hall, em Campinas, entre 27 e 30 de agosto de 2025.

A edição marcou os 20 anos da marca e foi a primeira aberta ao público final: três dias de programação profissional e um dia de público geral. Reuniu 8.500 participantes, mais de 80 marcas expositoras e mais de 30 artistas, entre eles Oficina G3, Black Pantera, Michael Pipoquinha, Nelson Faria e Rafael Bittencourt.

O escopo contratado teve quatro frentes: oito meses de estratégia e pré-produção; produção técnica in loco com equipe dedicada; atendimento ao expositor por seis meses, com manual do expositor, aprovação de projetos e Help Desk próprio; e a criação da identidade dos 20 anos, a cenografia, o audiovisual, a distribuição elétrica e a logística de todas as áreas.

A operação ocupou as salas monumentais e os dois foyers do Royal Palm Hall. Nelas ficaram o Espaço Tagima, área da marca promotora, por onde se dava a entrada do evento, por um corredor imersivo com a história dos 20 anos; a feira, com 29 estandes somando mais de 1.500 m²; a área B2C, com o palco que recebeu bandas como Oficina G3 e Black Pantera; o palco fábrica; os workshops Tagima e Nagano; as jam sessions com o Palco Kombi; o credenciamento; o estúdio de podcast; e o Tagima Café. Foram cinco palcos com programação simultânea nos quatro dias, e o evento inteiro, entre montagem, operação e desmontagem, coube em sete a oito dias.

Em números de obra: 28 ordens de serviço de estande emitidas, em modelos de 30 a 130 m²; 10 estruturas aéreas calculadas, com 3.344 kg suspensos com margem de segurança; três ARTs assinadas, atestado de estabilidade estrutural e atestado de ignifugação. O projeto, os cálculos, a distribuição elétrica e as ARTs são do time da Nobox Group.

A condução se apoiou em um Caderno Técnico Executivo completo, de 129 páginas com 30 anexos, mais de 40 ordens de serviço e 15 versões de planta baixa. Em campo, mais de 40 profissionais da Nobox Group, com logística fechada de 25 a 31 de agosto. A edição movimentou cerca de R$ 1,5 milhão pela casa, somando o contrato com o promotor e o atendimento contratado pelas marcas expositoras.

Desafio, Solução e Retorno · categoria Operação e Produção de Eventos (id 15246)

Desafio

3.657 caracteres · alvo 3.000 a 4.500

O TDT Music & Expo 2025 é um evento da Tagima. O que chegou à Nobox Group (AV2PLAY) foi a produção técnica de fornecedores e a infraestrutura cenográfica, audiovisual e elétrica de todas as áreas: as salas monumentais e os dois foyers do Royal Palm Hall, em Campinas, funcionando ao mesmo tempo e sob um só cronograma, na 20ª edição da feira de instrumentos musicais, áudio profissional e acessórios promovida pela marca. Foram os 20 anos do evento, a primeira edição aberta ao público final, com 8.500 participantes entre 27 e 30 de agosto de 2025.

A primeira frente de dificuldade é a cadeia de execução. Um evento desse porte não é montado por uma equipe, e sim por dezenas de fornecedores com disciplinas, contratos e ritmos diferentes: cenografia, som, luz, vídeo, energia, estrutura aérea, mobiliário, limpeza, brigada, controle de acesso, carregadores e as montadoras que os próprios expositores contratam. Nenhum deles responde pelo vizinho, e todos dividem o mesmo corredor, a mesma base de energia e a mesma doca. Coordenar essa cadeia é o serviço contratado, e ele começa oito meses antes da abertura.

A segunda é a simultaneidade da programação. Foram cinco palcos ao mesmo tempo durante quatro dias, com mais de 30 artistas: o palco B2C, que recebeu shows de bandas como Oficina G3 e Black Pantera, o palco fábrica, os workshops Tagima e Nagano e as jam sessions dos foyers, além do palco da área da marca promotora. Uma única manhã concentrou a passagem de som de sete bandas em quatro horas. Cada palco tem equipe, fornecedor e demanda técnica próprios, e nenhum pode tomar recurso do outro no mesmo minuto.

A terceira é o relógio. Entre montagem, operação e desmontagem, o evento inteiro coube em sete a oito dias. A montagem ia das 20h de 25 de agosto às 7h de 27, e o prazo real era ainda menor, porque o cronograma previa liberar os estandes para o expositor personalizar já a partir das 14h do dia 26. Depois daquela hora, o corredor da feira deixa de ser canteiro próprio e passa a ser canteiro de terceiros. Havia ainda a virada de madrugada: a sala que operou a festa na noite do dia 29 precisava amanhecer no dia 30 como palco do dia aberto ao público, sem nenhuma janela ociosa entre uma configuração e a seguinte.

A quarta é a natureza dupla do expositor. Parte das marcas recebeu o estande pronto e contratou a personalização com a própria Nobox Group. Outra parte chegou com montadora própria, com projeto, estrutura e demanda de energia definidos fora da nossa mesa. Os dois grupos construíam no mesmo dia e no mesmo corredor, e a produção técnica precisava saber, antes da montagem começar, o que cada obra de terceiro exigiria da base comum. Analisar e aprovar projeto alheio é assumir responsabilidade técnica sobre obra que não se executa.

A quinta é comercial e operacional ao mesmo tempo. Enquanto respondia pela produção técnica de fornecedores, a Nobox Group era também fornecedora contratada por 22 marcas expositoras, várias delas concorrentes entre si, cada uma com contrato, briefing e interlocutor próprios. As duas posições precisavam conviver sem que a segunda contaminasse a isenção técnica da primeira, justamente porque era a mesma casa que analisava o projeto de todos.

A sexta é o fluxo de público. A entrada era feita exclusivamente pelo Espaço Tagima, por um corredor imersivo com a história dos 20 anos, e foi por ali que passaram os 8.500 participantes. Três dias de lógica profissional e um dia de lógica de show pedem dimensionamentos distintos de controle de acesso, brigada, limpeza e sonorização, e os dois precisavam caber na mesma porta, que também era área de negociação da marca promotora.

Solução

4.324 caracteres · alvo 3.000 a 4.500

A resposta da Nobox Group (AV2PLAY) não foi aumentar a equipe de campo. Foi transformar o evento em um sistema documentado antes de virar obra, para que a decisão em campo fosse consulta a um documento e não improviso. O escopo contratado sustenta essa escolha: oito meses de estratégia e pré-produção, produção técnica in loco com equipe dedicada, atendimento ao expositor por seis meses e a criação da identidade dos 20 anos, da cenografia, do audiovisual, da distribuição elétrica e da logística de todas as áreas.

O instrumento central é o Caderno Técnico Executivo completo, um volume de 129 páginas com 30 anexos, declarado material vivo e atualizado do planejamento ao encerramento. Ele funciona como endereço único do projeto: quem executa, quem aprova e quem fiscaliza qualquer frente consulta ali a versão válida da planta, do projeto de estande, do roteiro de palco e da ordem de serviço da própria equipe. Com dezenas de fornecedores disputando as mesmas horas e o mesmo acesso de carga, é esse endereço único que impede que cada um trabalhe sobre a própria versão da verdade.

A segunda decisão foi dar ao projeto governança formal, com nomes. Foram definidas cinco camadas de responsabilidade, da direção geral à gestão de infraestrutura, um comitê de projeto com marcos fixos e uma matriz RACI que diz, por área, quem executa, quem aprova, quem é consultado e quem é informado. A gestão adotou método híbrido: PMBOK para governança, orçamento e risco, e cadência ágil nas equipes técnicas, com kanban digital, checklists por área e reuniões diárias curtas na montagem e na operação. Fornecedor sem interlocutor definido é atraso garantido, e essa matriz existe para que ninguém precise descobrir em campo a quem perguntar.

A terceira decisão foi converter a simultaneidade em cronograma nominal. Os tempos e movimentos macro registram cada tarefa por sala, por horário de início e fim e por responsável identificado, incluindo a hora em que cada estande é liberado para o expositor personalizar e a hora em que sai para desmontagem. É esse documento que separa, no dia 26, a obra da casa da obra de terceiros, e que no dia 30 ordena a saída da feira inteira sem formar fila na doca.

A quarta decisão foi transformar o atendimento ao expositor em régua técnica, com seis meses de duração e não como suporte informal. Entraram no escopo a redação do manual do expositor, a análise e a aprovação dos projetos, a reunião geral de apresentação e um Help Desk com telefone e e-mail para dúvidas e recebimento de documentação. É essa frente que recolhe ART, RRT, dados de montadora e memória de cálculo das marcas que trouxeram equipe própria. Nenhum estande de terceiro subia sem projeto e documentação aprovados, o que fecha a conta técnica do evento antes da montagem começar.

A quinta decisão foi padronizar o estande da feira. Em vez de projetar caso a caso, a casa desenhou plantas técnicas para os portes de 40, 60, 90, 120 e 130 m² e entregou cada unidade com carpete, balcão adesivado, mobiliário e parede de fundo em lona impressa, com 28 ordens de serviço de estande emitidas. O expositor recebe uma base pronta e igual à do vizinho, e a personalização acontece sobre ela. Isso reduz o número de decisões construtivas dentro da janela de montagem, que é o recurso mais escasso do projeto.

A sexta decisão foi dimensionar a equipe pelo cronograma, e não pela intuição. Foram mais de 40 profissionais da Nobox Group em campo, com logística fechada de 25 a 31 de agosto, alocados por frente e por horário no mesmo documento que rege os fornecedores. Cada disciplina técnica entrou com reserva desenhada desde o projeto, e o evento manteve almoxarifado próprio, com responsável designado, para que reposição fosse tarefa interna e não corrida externa em plena operação.

A sétima decisão foi tratar o percurso do visitante como projeto, e não como consequência da planta. A entrada do evento inteiro foi conduzida por um corredor imersivo com a história dos 20 anos, que desembocava dentro do Espaço Tagima. A identidade visual dos 20 anos, criada pela Nobox Group, é o que costura esse caminho: ela desce do corredor de entrada para os estandes-padrão, os backdrops, o credenciamento, o Tagima Café e o que é exibido nos painéis, para que áreas com finalidades diferentes fossem lidas como um evento só.

Retorno

3.744 caracteres · alvo 3.000 a 4.500

A operação foi entregue integralmente pela Nobox Group (AV2PLAY). As salas monumentais e os dois foyers entraram em funcionamento na abertura, em 27 de agosto, sustentaram programação simultânea em cinco palcos até o encerramento, em 30 de agosto, e a desmontagem correu na janela prevista, com vistoria geral registrada em 31 de agosto. A liberação dos estandes aos expositores aconteceu na hora marcada pelo cronograma, ainda dentro do dia 26.

O primeiro indicador é o público. A edição reuniu 8.500 participantes e foi a primeira da história do TDT aberta ao público final. Todos entraram pelo mesmo ponto, o corredor imersivo dos 20 anos, e foi de lá que enxergaram o evento pela primeira vez. A abertura ao público, que era o movimento estratégico da edição de 20 anos, aconteceu sobre a infraestrutura montada e operada pela Nobox Group.

O segundo indicador é o resultado comercial da feira, e o recorte precisa ficar explícito: trata-se do resultado dos expositores, não de receita da Nobox Group. Mais de 1.200 lojistas foram atendidos na edição e o conjunto dos expositores comercializou mais de R$ 500 milhões. A produção técnica não vende instrumento, mas é ela que determina se o lojista encontra a marca, se o estande está de pé no horário e se a negociação acontece com o produto exposto ao lado.

O terceiro indicador é o tamanho da operação que passou por essa coordenação. A edição movimentou cerca de R$ 1,5 milhão pela casa, somando o contrato com o promotor e o atendimento contratado pelas marcas expositoras. A fatura principal, de R$ 820.000,00, foi emitida em março, oito meses antes do evento, sobre as propostas de produção, criação, cenografia e audiovisual.

O quarto indicador é o comportamento do contrato durante o próprio projeto. Em 5 de agosto, três semanas antes da montagem, o cliente assinou um segundo adendo e recebeu nova fatura, de R$ 126.000,00, para itens extras. Depois do evento, ainda contratou um terceiro bloco de adicionais, com proposta e relatório próprios. Ampliar escopo três vezes, sendo uma delas já com a operação encerrada, é decisão que só se toma quando a entrega está sob controle.

O quinto indicador é a segunda demanda gerada dentro do próprio evento. Além do contrato com o promotor, 22 marcas expositoras contrataram a Nobox Group por conta própria para personalizar seus estandes, em 24 faturas que somam R$ 409.982,00. São 22 decisões de compra independentes, tomadas por 22 empresas diferentes, várias delas concorrentes entre si, dentro da mesma feira cuja base técnica a casa entregava.

O sexto indicador é a permanência da relação. A edição anterior do TDT, realizada em agosto de 2024 no Tauá Atibaia, também teve a produção técnica e a infraestrutura da Nobox Group: são duas edições consecutivas do mesmo evento, em locais diferentes, com a mesma casa respondendo pela parte técnica.

O sétimo indicador está fora do contrato e fora do evento. A ideia de levar o TDT para Campinas partiu da Nobox Group, e a Prefeitura de Campinas abraçou o evento a ponto de criar a Semana da Música de Campinas, com a semana do TDT como marco de uma programação cultural e musical na cidade, e segue abraçando a edição de 2026. A promoção e a contratação do evento seguem com a própria Tagima; a sugestão da cidade e a base técnica que a viabilizou são da Nobox Group.

O oitavo indicador é a rastreabilidade, que é o que permite auditar tudo isso depois. O projeto deixou Caderno Técnico Executivo completo, de 129 páginas com 30 anexos, 15 versões de planta baixa, mais de 40 ordens de serviço, memoriais de cálculo, tempos e movimentos macro por sala e por horário, contrato com dois adendos, faturas, relatório de encerramento e planilha de fechamento com o valor de cada bloco.

Números que sustentam o case

Papel da Nobox Group (AV2PLAY)Produção técnica de fornecedores e toda a infraestrutura cenográfica, audiovisual e elétrica: inteligência de planta, elétrica, TI e montagem, oito meses de pré-produção, produção técnica in loco, atendimento ao expositor, criação da identidade dos 20 anos e logística de todas as áreas áudio do Guilherme, 04/09 às 22:57, formulação dele
Edição20ª edição, 20 anos do TDT, e a primeira aberta ao público final Caderno Técnico item 1.1; guitarload.com.br
DatasOperação de 27 a 30/08/2025 · montagem das 20h de 25/08 às 7h de 27/08 · desmontagem das 20h de 30/08 às 7h de 31/08 · vistoria geral em 31/08 Caderno Técnico Executivo, capa e tempos e movimentos macro
LocalRoyal Palm Hall, Campinas/SP · salas monumentais e os 2 foyers. Numeração de sala suspensa até confirmação Caderno Técnico; tempos e movimentos macro; alerta de planta de 04/09 22:57
ContratanteMarutecmusic Indústria, Comércio, Importação e Exportação Ltda (grupo Tagima e Nagano), CNPJ 72.891.062/0003-03 faturas 0125008 e 0125008-01, contrato e adendo II
Palcos operados5 palcos simultâneos: Fábrica, Arena, Workshop Tagima, Workshop Nagano e Kombi, mais palco 360º do Espaço Tagima e palco da festa de 8,00 × 3,00 m programação artística oficial e proposta de cenografia e AV
Financeiro da ediçãoCerca de R$ 1,5 milhão movimentados pela casa na edição, somando o contrato com o promotor e o atendimento contratado pelas marcas expositoras áudio do Guilherme, 04/09 às 22:57. O número dele vale acima da soma dos arquivos
Duração total7 a 8 dias entre montagem, operação e desmontagem · montagem das 20h de 25/08 às 7h de 27/08 · desmontagem das 20h de 30/08 às 7h de 31/08 áudio do Guilherme, 04/09 às 22:57; tempos e movimentos macro
Palco B2CGrande palco de shows para o público final, com bandas como Oficina G3 e Black Pantera, além do palco fábrica e das ativações do evento áudio do Guilherme, 04/09 às 22:57
Faturado ao promotorR$ 946.000,00: R$ 820.000,00 na fatura 0125008 (6 parcelas) e R$ 126.000,00 na fatura de extras 0125008-01 as duas faturas, conferidas contra a planilha de fechamento
Extras pós-eventoR$ 71.300,00 contratados depois do evento, com proposta e relatório próprios planilha de fechamento; Proposta Adicionais Pós Evento
Faturado aos expositoresR$ 409.982,00 em 24 faturas para 22 marcas, série 0625034 a 0625059 24 faturas conferidas uma a uma
Total no mesmo eventoR$ 1.355.982,00 soma dos dois blocos
Resultado do projetoROB R$ 974.506,00 · ROL R$ 367.953,94, equivalente a 37,8% · 755 linhas de item orçadas memória de cálculo unificada do evento
Entrega acima do contratadoR$ 169.517,00 em cortesias, upgrades e desconto, incluindo 4 backdrops trocados por painel de LED, aftermovie, cobertura e drone relatório de encerramento
Feira de expositores29 estandes e mais de 1.500 m² · 28 ordens de serviço de estande emitidas, em modelos de 30 a 130 m² controle operacional, áudio do Guilherme e 28 ordens de serviço
Modelos de estande projetadosPlantas técnicas de 40, 60, 90, 120 e 130 m² pasta de plantas técnicas, modelos de estande
ElétricaProjeto, cálculos, distribuição e ARTs pelo time da Nobox Group (AV2PLAY), com gerador dedicado para a área da feira. Sem números por orientação do Guilherme memorial de cálculo elétrico assinado
Estrutura aérea10 estruturas calculadas, 3.344 kg suspensos com margem de 20% · a maior, o LED em arena, com 2.409 kg em 14 pontos memorial de cálculo aéreo
Documentação de engenharia3 ARTs assinadas, atestado de estabilidade estrutural (2 revisões), atestado de ignifugação, memorial de solo para 800 kg/m² pasta de documentação do projeto
Instrumento de gestãoCaderno Técnico Executivo de 129 páginas com 30 anexos, matriz RACI, comitê de projeto e método PMBOK com cadência ágil Caderno Técnico Executivo
Documentos de obraMais de 40 ordens de serviço e 15 versões de planta baixa pasta OS Geral e pasta de plantas
Equipe em campoMais de 40 profissionais da Nobox Group (AV2PLAY), com logística fechada de 25 a 31/08 áudio do Guilherme, 04/09 às 22:57, que corrige os 22 do plano de logística
Porte do evento8.500 participantes · mais de 80 marcas expositoras · mais de 30 artistas · primeira edição aberta ao público final · 20 anos da marca áudio do Guilherme, 04/09 · guitarload.com.br
Resultado comercial da ediçãoMais de 1.200 lojistas atendidos e mais de R$ 500 milhões comercializados pelos expositores. Resultado deles, não receita nossa áudio do Guilherme, 04/09
Entrada do eventoExclusivamente pelo Espaço Tagima, por corredor imersivo com a história dos 20 anos áudio do Guilherme, 04/09
Efeito na cidadeA ideia de levar o TDT para Campinas partiu da Nobox Group (AV2PLAY), a Prefeitura criou a Semana da Música de Campinas e abraçou o evento inclusive para 2026 áudio do Guilherme, 04/09 e 04/09 às 22:57
Edição anteriorTDT 2024 no Tauá Atibaia, com produção técnica e infraestrutura da Nobox Group (AV2PLAY) projeto 06.24.088 e histórico arquivado dentro do projeto de 2025

Pendências

O que falta
  • Divergência de planta. O áudio de 04/09 às 22:57 põe o Espaço Tagima nas Monumentais 1 e 2; o material anterior punha expositores nas 3 e 4 e o B2C nas 5, 6 e 7. Enquanto ninguém confirma, nenhum texto numera sala: todos dizem “as salas monumentais e os dois foyers”
  • Unidade dos números de staff. O áudio fala em “mais de 238 de áreas de staff” e em “mais de 40 horas de serviço”, sem unidade clara nos dois casos. Ficaram fora de todos os textos e só entram depois de confirmada a unidade. Por isso as 238 diárias saíram também da ficha
  • Fotografia das áreas de evento. Das 6 fotos que chegaram, só 2 são de área de evento. Falta corredor de entrada dos 20 anos, feira montada e credenciamento, além do direito de uso do acervo e do VERSÃO FINAL.mp4
  • Contagem da feira: 29 estandes e 1.552 m² no controle operacional contra 28 ordens de serviço e 1.412 m² no controle de OS. O texto usa a contagem do controle operacional, que é a do áudio, e escreve “mais de 1.500 m²”
  • Conciliação do R$ 1,5 milhão contra os R$ 1.355.982,00 documentados nos dois blocos. Deixou de ser impeditivo: o áudio de 22:57 autorizou publicar o número. Segue como conferência interna
  • Head count total em campo. O áudio de 22:57 fixa mais de 40 profissionais da casa. Falta o número de montadores e o total somado com os serviços terceirizados
  • Estúdio de podcast: confirmar se era o podcast oficial da edição e sob qual contrato entrou
  • Margem realizada. A pasta de comprovantes de pagamento está vazia e a de fechamento traz só o controle de mão de obra
  • Recontratação: quais dos 22 expositores voltaram a contratar a casa depois do TDT 2025
  • Cartas de anuência da Tagima e dos expositores